Saio da aula pronto pra vida. A voz colocada é você ajustando as fronteiras com o mundo. É realmente incrível a diferença, a aula muda a geografia da cidade. Acredito que no paraíso, a primeira atividade do dia, logo após escovar os dentes (acaso no paraíso não acordarmos com hálito de anjo), é a aula de canto. Porque cantar é coragem – a coisa mais importante da vida. Sua aula é paradisíaca. Obrigado.

Michel Melamed (ator e escritor)

A Semi-supina Guiada, tem sido e é a minha base para a expansão. Tal qual uma árvore que expande, mesmo enraizada. Ela não está presa. No nosso caso, expandimos e caminhamos. A fala da Gabi na sua luz e imensa generosidade é uma "mão" que nos ajuda a acalmar e nos guia rumo à nossa 'percepção de si', lugar de potência interna reveladora, revigorante e estimulante. Está em nós!! (Quietude e gravidade, não há tanto assim para se fazer como imaginamos). Os áudios sempre mostrarão coisas novas, mesmo ouvidas anteriormente. Percepção de si expandindo junto com o desprendimento. Há muito para se descobrir! Gratidão gigante, doce Gabi!

Rodrigo Foti (Timpanista Solista, Orquestra Sinfônica Brasileira).

Entrar em contato com a Técnica de Alexander é profundamente transformador por ser algo aplicável em absolutamente qualquer aspecto da vida. A técnica alimenta a constante renovação de um repouso construtivo. É entender-se como fluxo e equilíbrio dinâmico em um corpo. É permitir-se, a cada instante, a autoconsciência sutil e ao mesmo tempo profunda. Em outras palavras, um encontro com o eu.

Julie Hellen Weingartner

Em 2006, contraí meningite por fungo e, depois de 3 meses de internação, saí do hospital com “ataxia”, (Ataxia, do grego ataxis, quer dizer sem ordem ou incoordenação, é um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico. Ataxia significa a perda de coordenação dos movimentos musculares voluntários; é um termo que cobre uma grande variedade de desordens neurológicas e, portanto, pode fazer parte do quadro clínico de numerosas doenças do sistema nervoso. Ataxia pode afetar os dedos, as mãos, os braços, as pernas, o corpo, a fala ou o movimento dos olhos.) Fui procurar a Gabriela, em fevereiro de 2009, para melhorar a fala, bastante afetada, mas, agora, vejo que o ganho é muito maior. Eu ouço a fala melhorar a cada semana, durante a sessão. A melhora vem num “pacote”, que inclui postura, equilíbrio e toda uma maneira de “costurar” meu pensamento no meu corpo.

Adriana Ferraz de Abreu, 51 anos em 2011

A Técnica de Alexander é uma excelente ferramenta para alguém que, como eu, queria uma coordenação melhor e mais equilibrada entre “corpo” e “mente” mas não tinha o menor interesse em qualquer espécie de misticismo e, ao mesmo tempo, tinha horror dos excessos e da falta de inteligência e de respeito aos limites do corpo das academias de ginástica tradicionais. Eu estudo a Técnica há vários anos. A Técnica tem sido muito útil para lidar melhor com os diversos males de excesso de tensão e stress típicos dos que tem vida relativamente sedentária e atividade predominantemente intelectual. Utilizando a Técnica consegui, entre muitas outras coisas, vencer definitivamente meu bloqueio para escrever trabalhos acadêmicos, eliminar minha tendência crônica a ficar resfriado, ficar mais calmo em relação a conflitos familiares e melhorar a coordenação motora em atividades tão diversas como esquiar na neve e comer com pauzinhos em restaurantes japoneses.Mais recentemente usei a Técnica intensivamente para superar inteiramente uma fortíssima crise de dor ciática, daquelas em que mal se consegue andar (diagnosticada por médicos como causada por hérnia de disco). Isto sem falar que outro dia usei a Técnica para manter a calma e melhorar minha performance num debate público contra oponentes que eram tão reacionários que realmente “dão nos nervos” de qualquer um! A Técnica de Alexander é útil para fins tão diversos porque permite que o aluno pense e se mova com mais clareza e leveza. É algo que gradualmente o aluno vai incorporando em suas diversas atividades diárias e leva a uma perspectiva pessoal e existencial bem mais otimista pois com ela ficamos menos ansiosos e estamos sempre aprendendo algo, melhorando nossa performance física e intelectual continuamente.

Franklin Serrano, 42, Ph. D. pela Universidade de Cambridge (Inglaterra) e professor da UFRJ (economia). Estuda a Técnica desde1997. Participou de alguns workshops coletivos e já teve aulas individuais com os professores Laura Mariani, Karen Wentworth, Gabriela Duvivier, John Hunter (Londres), Eliane Bailey, Antonella Massimo (Roma), Gabriela Geluda e Lívia Lage.